sábado, 27 de novembro de 2010

PGR recebe pedido de sequestro dos bens de André Puccinelli e 'sustação' da diplomação para 2011

Celso Bejarano e Éser Cáceres  


                              Alessandra de Souza                            



A PGR (Procuradoria Geral da República) aprecia nos próximos dias a representação que requer o sequestro de bens do governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB), o afastamento do cargo e ainda a 'sustação' da diplomação para o próximo mandato no Governo. As acusações são de improbidade administrativa e enriquecimento ilícito.
Segundo a secretaria de expediente da PGR, o cadastro da representação, protocolada sob número 7589/2010, aconteceu na última terça-feira (23). A denúncia deve ser apreciada nos próximos dias e cita as declarações do primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de MS, deputado estadual Ary Rigo, sobre a devolução de R$ 2 milhões do dinheiro da AL para André Puccinelli, de 62 anos.
Ary Rigo, que foi gravado durante operação da Polícia Federal, desmentiu o que falou quando não sabia que estava sendo filmado, e até agora a Assembleia não instituiu a Comissão de Ética para cobrar explicações oficiais do parlamentar. Então candidato, Rigo não foi reeleito.
André Puccinelli trocou de versão três vezes para tentar explicar o suposto 'mensalão', prometeu processar Rigo mas, segundo declaração do próprio deputado, continuou apoiando o primeiro-secretário da Assembleia na campanha.
Coincidências na ALMS
Agora, logo após a existência do suposto mensalão com dinheiro da ALMS que seria distribuido entre deputados, o governador, membros do TJ-MS e até do MPE, o presidente da Mesa Diretora do parlamento sul-mato-grossense, Jerson Domingos (PMDB) admitiu publicamente que vai passar a "sobrar dinheiro".
Às vésperas da visita do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), cuja missão é inspecionar a partir de segunda-feira o TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), corte que teria sido favorecido por um suposto mensalão conduzido pela AL (Assembleia Legislativa), a representação protocolada na PGR (Procuradoria-Geral a República) denuncia que Puccinelli também teria sido beneficiado pelo suposto mensalão.
Pela regra, o Poder Legislativo estadual devolve ao governo valores dos duodécimos que não foram gastos com as despesas da Casa. Oficialmente, não há histórico de o governo ter recebido cifra igual ou superior a R$ 2 milhões da AL.
E, pelo que disse o parlamentar, o dinheiro era entregue a Puccinelli, não ao governo.
Depois de vazar a gravação, feita sem que Rigo soubesse, ele negou o que disse, Puccinelli também.
Falsidade Ideológica
Ainda de acordo com a representação contra o governador, movida pelo presidente regional do PDT, deputado federal Dagoberto Nogueira, além da improbidade administrativa e enriquecimento ilícito, Puccinelli teria praticado falsidade ideológica por ele afirmar no registro de sua candidatura “ter nascido em Campo Grande, quando é certo que este nasceu na Itália”.
Ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o governador disse ter nacionalidade brasileira (naturalizada) e onde aparece uma janela que consta a naturalidade do candidato, é citada a cidade de Campo Grande, daí o questionamento da representação.
A denúncia, protocolada no anteontem (23) na PGR, em Brasília, lança dúvidas até sobre o patrimônio do governador, declarado à corte eleitoral.
“No caso do governador ora representado, os sinais exteriores de riqueza por ele revelados na declaração de bens apresentadas ao TRE/MS, ao ensejo do pleito de registro de sua candidatura à reeleição, só por só bastam”, diz trecho do manifesto.
A representação de Dagoberto cita valores depositados nas contas de Puccinelli, que somam R$ 4.740.534,03. Somado a outros bens, como imóveis e carros, o governador reeleito possui um patrimônio de R$ 5.378.828,63.
“Ora, é público e notório que os subsídios do cargo de governador não passam de R$ 12 mil por mês. É flagrante, portanto, a incompatibilidade entre a sua renda e os valores, em moeda corrente, declarados à Justiça Eleitoral.
André Puccinelli não foi localizado para comentar a representação. À tarde, ele se preparava para viajar para Bonito, cidade que abriga um evento que reúne representantes do MPE e MPF (Ministério Público Federal) do Centro-Oeste brasileiro.
A solenidade conta com a participação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, autoridade que deve julgar a representação do presidente do PDT.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Velocidade e distância de parada

9. Velocidade e distância de parada

A velocidade é um dos maiores fatores de risco de acidente.
Quanto maior a velocidade de um veículo, maior a distância necessária para
ele parar e, consequentemente, maior a probabilidade de ele ser envolvido
num acidente.

Objetivos de segurança do trânsito:

• Conscientizar os alunos sobre os fatores que influenciam a distância de parada de
um veículo.
• Estimar a ordem de grandeza da distância de parada, segundo a velocidade.
• Perceber a necessidade de se adaptar a velocidade às circunstâncias do local e do
clima, antecipando a eventualidade de uma frenagem de urgência.
• Respeitar a distância de segurança entre dois veículos.
Objetivos pedagógicos:
• Utilizar a relação entre a velocidade média, a distância percorrida e a duração do
trajeto.
• Calcular velocidades, tempos e distâncias com base em dados numéricos.
• Utilizar a proporcionalidade e as percentagens.
• Representar dados com um gráfico.
• Interpretar gráficos.
• Usar recursos eletrônicos para a construção de planilhas e gráficos.
• Utilizar gráficos para a solução de equações, inequações e problemas.
• Examinar a validade de um cálculo.
.
O que o aluno deve saber

O condutor deve manter sempre o pleno controle do seu veículo.
O condutor deve adaptar a sua velocidade às circunstâncias para conseguir manter
esse controle.
Tornar sempre possível uma frenagem de emergência que não comprometa a
segurança do veículo e dos passageiros.

É preciso também manter uma distância de segurança entre os veículos.
Em dias chuvosos, a atenção necessita ser redobrada.
Para ter bom funcionamento, qualquer veículo necessita de manutenção periódica.

Aula Interdisciplinar
Indicação: 6º ao 9º Ano
do Ensino Fundamental
Ilustração do Manual de Direção Defensiva do DENATRAN
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Segurança do trânsito 9. Velocidade e distância de parada Fevereiro 2010
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Sumário
1. As velocidades autorizadas
2. Distância de parada de um veículo.
3. Influência das condições meteorologicas na velocidade e na frenagem
4. Distância de segurança entre veículos
1. As velocidades autorizadas
a) Regulamentação
Os limites de velocidade definidos pelo Código de Trânsito Brasileiro são os seguintes:

Art. 61: A velocidade máxima permitida para a via será indicada por meio de sinalização,
obedecidas suas características técnicas e as condições de trânsito.
§ 1º Onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima será de:
I - nas vias urbanas:
a. oitenta quilômetros por hora, nas vias de trânsito rápido;
b. sessenta quilômetros por hora, nas vias arteriais;
c. quarenta quilômetros por hora, nas vias coletoras;
d. trinta quilômetros por hora, nas vias locais.
II - nas vias rurais:
a. nas rodovias:
1) cento e dez quilômetros por hora para automóveis, camionetas e motocicletas (redação
dada pela Lei nº 10.830, de 2003);
2) noventa quilômetros por hora, para ônibus e microônibus;
3) oitenta quilômetros por hora, para os demais veículos;
b. nas estradas, sessenta quilômetros por hora.
§ 2º O órgão ou entidade de trânsito ou rodoviário com circunscrição sobre a via poderá
regulamentar, por meio de sinalização, velocidades superiores ou inferiores àquelas
estabelecidas no parágrafo anterior.
DEFINIÇÕES:
VIA DE TRÂNSITO RÁPIDO - aquela caracterizada por acessos especiais com trânsito
livre, sem interseções em nível, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia
de pedestres em nível.
VIA ARTERIAL - aquela caracterizada por interseções em nível, geralmente controlada por
semáforo, com acessibilidade aos lotes lindeiros e às vias secundárias e locais,
possibilitando o trânsito entre as regiões da cidade.
VIA COLETORA - aquela destinada a coletar e distribuir o trânsito que tenha necessidade
de entrar ou sair das vias de trânsito rápido ou arteriais, possibilitando o trânsito dentro das
regiões da cidade.
VIA LOCAL - aquela caracterizada por interseções em nível não semaforizadas, destinada
apenas ao acesso local ou à áreas restritas.
RODOVIA - via rural pavimentada.
ESTRADA - via rural não pavimentada.
b) Adequação destas regras
Dez anos após a promulgação deste Código, verifica-se que os padrões de velocidade nele
especificados são muito elevados.
Podemos observar principalmente que:
· Nas vias urbanas, o limite de 60 km/h nas vias arteriais é elevado demais. Admite-se
geralmente que neste caso a velocidade não deve exceder a 50 km/h.
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Segurança do trânsito 9. Velocidade e distância de parada Fevereiro 2010
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· Nas rodovias, o limite de 110 km/h somente deveria aplicar-se às rodovias com pista dupla,
sem interseções em nível, sem acessibilidade aos lotes lindeiros e sem travessia de
pedestres em nível.
. Uma revisão do Código está sendo estudada, incluindo, entre outras medidas, uma
redução das velocidades autorizadas.
c) Adaptação a cada caso
O Código de Trânsito atribui às autoridades locais a responsabilidade de determinar a
velocidade autorizada em cada via. Em consequência, não há nenhuma regra geral e é
preciso conferir em cada via qual é a velocidade autorizada.
Infelizmente, as velocidades autorizadas revelam-se frequentemente excessivas, por
não serem adaptadas às características da via ou à zona atravessada.
Por exemplo, podemos dizer que não é raro encontrar avenidas com intenso movimento de
pedestres, nas quais os veículos são autorizados a trafegar a 70 km por hora.
2. Distância de Parada de um Veículo
Entre o momento em que o condutor vê um obstáculo e aquele em que começa a frear, há
um intervalo denominado tempo de reação. Tempo de reação é a duração da transmissão
do impulso nervoso entre o órgão receptor (o olho, que percebe o obstáculo) e o órgão de
ação (o pé, que aciona o freio).
O tempo de reação varia de indivíduo para indivíduo, além de nele interferir o estado de
fadiga ou uma eventual alcoolemia do indivíduo. A duração média do tempo de reação é de
1 a 2 segundos. A distância percorrida durante o tempo de reação (DTR) varia em função da
velocidade do veículo.
Podemos então estabelecer a seguinte fórmula:
Vi : Velocidade inicial (m/seg.)
TR : Tempo de reação (seg.)
DTR: Distância percorrida durante o tempo de reação
DTR = Vi x TR
Entre o momento em que o condutor aciona os freios e aquele em que o veiculo para, a
distância percorrida é chamada de distância de frenagem.
A distância de frenagem ( DF ) depende:
- do veículo, especialmente do estado do sistema de frenagem;
- da velocidade do veículo;
- da aderência do veículo sobre a pista. Esta aderência varia em função de dois fatores:
1- do estado do veículo, especialmente do sistema de frenagem e dos pneus, 2- das
condições da pista que pode estar seca, molhada,com óleo etc.
.
Observe esta outra fórmula:
γ: deceleração (m/seg2)

DF: Distância de frenagem
DF = Vi
2 / 2 γ
A distância total de parada (DTP) é a soma da distância percorrida durante o tempo de
reação com a distância de frenagem.
DTP = Vi x TR + Vi
2 / 2 γ
O diagrama abaixo mostra as distâncias de parada, calculadas a partir das seguintes
hipóteses:
TR = 2 seg.
γ = 6 m/seg2 (pista seca, em bom estado)
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Segurança do trânsito 9. Velocidade e distância de parada Fevereiro 2010
Associação Por Vias Seguras
Resultado:
Enquanto um veículo
trafegando a 50 km/hora
poderia parar em 45 metros,
ele precisará de 70 metros se
trafegar a 70 km/h.
O pior é que chegando aos 45
metros, a sua velocidade
ainda será de 63 km/h, como
mostra o gráfico ao lado.
Nesta velocidade, ele pode
matar um pedestre, morte que
ele teria evitado se estivesse
dirigindo a 45 km/h.
Neste gráfico, cada curva mostra
a evolução da velocidade ao
longo do trajeto de um veículo
durante o tempo de parada, a
partir de uma determinada
velocidade inicial.
A velocidade instantânea
durante o tempo de frenagem pode ser calculada, em função da velocidade inicial e da
distância, pela fórmula seguinte:
V = Vi2 − 2γ (D −ViTr)
3. Influência das condições meteorológicas
Em certos países, as velocidades autorizadas levam em consideração as condições
meteorológicas. Por exemplo, em rodovias com limite de 90 km/h em tempo seco, esse
limite é reduzido para 80 km/h em tempo chuvoso. Não é o caso do Brasil, mas no manual
de Direção Defensiva publicado em Maio de 2005 pelo DENATRAN, podemos ler o
seguinte:
É bom ficar alerta desde o início da chuva, quando a pista, geralmente, fica mais
escorregadia, devido à presença de óleo, areia ou impurezas.
E tomar ainda mais cuidado, no caso de chuvas intensas, quando a visibilidade é ainda mais
reduzida e a pista é recoberta por uma lâmina de água podendo aparecer muito mais poças.
Nesta situação, redobre sua atenção, acione a luz baixa do farol, aumente a distância do
veículo à sua frente e reduza a velocidade até sentir conforto e segurança. Evite pisar no
freio de maneira brusca, para não travar as rodas e não deixar o veículo derrapar pela perda
de aderência.

Velocidades intermediárias
(TR = 2 seg, γ = 6m/seg/seg)
0
20
40
60
80
100
120
140
0
15
30
45
60
75
90
105
120
135
150
165
180
Distância (m)
Velocidade Km/h)
Distância de parada (pista seca)
0
20
40
60
80
100
120
140
160
180
200
130 110 90 70 50
Velocidade inicial (km/h)
Distância (m)
Distância de reação
Distância de parada
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Segurança do trânsito 9. Velocidade e distância de parada Fevereiro 2010
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O fato de a pista estar molhada
reduz as possibilidades de
frenagem e aumenta a distância
de parada. Admite-se geralmente
que a desaceleração máxima é a
metade da desaceleração em
tempo seco.
Em tempo de chuva, um veículo
precisará de 60 metros para
parar se trafegar a 45 km/h e de
100 metros se trafegar a 70
km/h.
Hipótese:
γ = 3 m/seg2 (pista molhada, em
bom estado)
4. Distância de segurança entre dois veículos
Quando trafegar atrás de um outro veículo, é preciso manter uma certa distância para evitar
uma colisão se ele frear bruscamente. Veja o que diz a este respeito a recomendação do
Manual de direção defensiva do DENATRAN, já citado:
Mantenha uma distância segura do veículo da frente. Uma boa distância permite que você
tenha tempo de reagir e acionar os freios diante de uma situação de emergência e haja
tempo também para que o veículo, uma vez freado, pare antes de colidir.
Em condições normais da pista e do clima, o tempo necessário para manter a distância
segura é de, aproximadamente, dois segundos.

Existe uma regra simples – a regra
dos dois segundos – que pode ajudar
você a manter uma distância segura
do veículo da frente:

1. escolha um ponto fixo à margem da
via;
2. quando o veículo que vai à sua
frente passar pelo ponto fixo, comece
a contar;
3. conte dois segundos
pausadamente. Uma maneira fácil é
contar seis palavras em sequência “cinquenta e
um, cinquenta e dois”.

4. a distância entre o seu veículo e o que vai à frente vai ser segura se o seu veículo passar
pelo ponto fixo após a contagem de dois segundos.

5. caso contrário, reduza a velocidade e faça nova contagem. Repita até estabelecer a
distância segura.

Para veículos com mais de 6 metros de comprimento ou sob chuva, aumente o tempo de
contagem: “cinquenta e um, cinquenta e dois, cinquenta e três”.

Fonte: Manual de Direção Defensiva do DENATRAN, página 51. Em
www.denatran.gov.br/publicacao.htm e no Portal Por Vias Seguras (www.vias-seguras.com)
Ilustração do Manual DENATRAN

Distância de parada
0
50
100
150
200
250
300
350
130 110 90 70 50
Velocidade inicial (km/h)
Distância (m)
Pista seca
Pista molhada
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Segurança do trânsito 9. Velocidade e distância de parada Fevereiro 2010
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EXERCÍCIOS
Velocidade e Tempo ganho

1. Um motorista acha que vai ganhar muito tempo numa Rodovia Federal (BR), se trafegar,
em média, a 100 km/h em vez de a 90 km/h. Sabendo que a velocidade é igual à distância
dividida pelo tempo, quanto tempo ele ganhará de fato num percurso de 90 km ?

2.Faça o mesmo exercício para um condutor de ciclomotor que trafega a uma velocidade
média de 50 km/h, em vez de 45 km/h, num percurso de 45 km.

Distância de parada
1. Estude atentamente as definições de tempo de reação, da distância percorrida durante o
tempo de reação, da distância de frenagem e da distância de parada do veículo. Daqui por
diante, o tempo de reação do condutor será admitido como sendo de 2 segundos. As
distâncias serão calculadas em metros, em números redondos.

Calcule as distâncias percorridas durante o tempo de reação do condutor nas velocidades
de 10, 20, 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90, 100, 110, 120, 130 e 140 km/h e transfira-as para a
planilha abaixo:

Velocidade do veículo
em km/h 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 130 140
Distância percorrida
durante o tempo de
reação (2 seg.), em
metros
Distância de frenagem
sobre pista seca, em
metros 2 4 7 10 16 23 31 41 52 65 78 93 109 123
Distância de frenagem
sobre pista molhada,
em metros
Distância de parada
sobre pista seca, em
metros
Distância de parada
sobre pista molhada,
em metros
2. Na planilha figuram as distâncias de frenagem do veículo em pista seca. Para cada uma
das velocidades citadas, calcule a distância de parada do veículo em pista seca e complete
a quinta linha da planilha.
3. Em pista molhada, as distâncias de frenagem aumentam em 100%. Para cada uma das
velocidades fornecidas, calcule a distância de frenagem do veículo em pista molhada e
complete a quarta linha da planilha. Calcule, em seguida, as distâncias de parada
correspondentes e complete a sexta linha da planilha.
4. Elaboração de gráficos
Em um mesmo gráfico, faça as seguintes representações em função da velocidade do
veículo:
a) distância percorrida durante o tempo de reação (curva D)
b) distância de parada em pista seca (curva C1)
c) distância de parada em pista molhada (curva C2)
Utilizando papel milimetrado, utilize as seguintes escalas:
1 cm por 10 km/h no eixo das abscissas, 1 cm por 10 m no eixo das ordenadas.
5. No gráfico, identifique as grandezas proporcionais e as não proporcionais.
A distância de frenagem em pista molhada é proporcional à distância de frenagem em pista
seca? Justifique sua resposta.
Observando o gráfico, complete a frase:
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Segurança do trânsito 9. Velocidade e distância de parada Fevereiro 2010
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“Para uma mesma abscissa, a ordenada do ponto C2 é sempre..........................àquela do
ponto C1” .
Observando o gráfico, escreva outras três frases.
.
Distância para o Veículo da Frente:
Complete a tabela a seguir com as distâncias de segurança entre dois veículos
correspondentes a 2 segundos e, depois, a 3 segundos.
Velocidade Km/h (pista seca) Distância de Segurança
(2 segundos)
Distância de Segurança
(3 segundos)
110
80
60
45
Outros exercícios:

1. Utilização das curvas D, C1 e C2 (nota: d - distâncias, v - velocidades)
Resolver a equação por leitura gráfica
Qual a distância de parada em pista molhada
se v = 50 km/h, então d = ……… m,
se v = 25 km/h, então d = ……… m.
Qual a distância de frenagem em pista molhada
se v = 50 km/h, então d = ……… m,
se v = 25 km/h, então d = ……… m.

2. Dois veículos se deslocam em paralelo, ambos à mesma velocidade, um sobre pista seca
e outro sobre pista molhada. Os dois condutores freiam ao mesmo tempo. Uma vez
parados, mede-se a distância entre os veículos e encontra-se 24m. A que velocidade se
deslocavam os veículos ?

3. Resolver uma inequação por leitura gráfica
A que velocidade máxima v deve-se deslocar em solo seco para:
para ter uma distância de parada d ≤ 10 m, v =....…… km/h ?
para ter uma distância de parada d ≤ 75 m, v =…..... km/h ?
Responda às mesmas perguntas, utilizando cálculos para solo molhado.
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O que é o estresse (Helena Moraes)



O que é o estresse (Helena Moraes)

Estresse - histórico

segunda-feira, 1 de novembro de 2010, 20:14:10 | helenasmoraes@gmail.com (Helena Moraes)Ir para artigo inteiro

Com o passar dos anos a definição do termo estress sofreu várias alterações. Inicialmente era definida como aflição e adversidade, passando, posteriormente, para o composto tensão-angústia-desconforto e finalmente passou a ser utilizada para expressar a ação de força, pressão ou influência muito forte sobre uma pessoa, causando uma deformação. Segundo Kloet et al, estresse é a resposta do organismo para o reajuste da homeostase e a quebra dessa homeostase é causada por um agente estressor físico ou psicológico. Para manter ou retornar a hoemostase é necessária a ativação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHA) mediando as respostas fisiológicas que agem no organismo. Se a resposta ao estresse é inadequada, excessiva ou prolongada, o custo para o retorno à homeostase pode tornar-se alto, a qual é denominada carga alostática.

            Em vista dessas considerações o estresse foi considerado um fenômeno constituído de três etapas (alerta, resistência e exaustão). Anos mais tarde, pesquisadores identificaram uma nova fase (fase de quase-exaustão), classificando, portanto, o modelo quadrifásico do estresse.

Estresse - Introdução

quarta-feira, 27 de outubro de 2010, 19:31:55 | helenasmoraes@gmail.com (Helena Moraes)Ir para artigo inteiro

        Estresse pode ser definido como uma resposta a um determinado estímulo. Essa resposta pode ser física ou psicológica e o estímulo, no caso agente estressor, pode ser endógeno ou exógeno. Além disso, essa resposta é uma reação do corpo ao estímulo. Hans Selye foi um médico endocrinologista pioneiro no estudo do estresse. Ele observou que diversos seres vivos apresentavam o mesmo padrão de resposta fisiológica para estímulos. Sendo o estresse, portanto, uma tentativa do organismo para manter o equilíbrio afetado por um estímulo específico, seria ele positivo ou negativo? No entanto, hoje o estresse é associado com doenças e "estar estressado" é uma sensação negativa...

         Qual seria a diferença, então? Existe estresse bom? Como saber se estamos estressados? A definição de Hans Selye estaria corrompida ou modificada pelo mundo moderno cheio de exigências?

          Bom, a resposta para todas essas perguntas, ou melhor, todas essas perguntas me vieram em mente e será tema dos meus próximos posts. O estresse é um sub-tema (digamos assim) do meu doutorado, já que vou estudar seu principal hormônio: o cortisol. No entanto, quando li as perguntas da escala de estresse e percebi que estava com  10 sintomas (!!!!) e um amigo do mestrado com mais de 30 (!!!!), parei e refleti muito sobre o tema. Dormir pouco, alterações no apetite, problemas estomacais, dermatológicos... Fora os psicológicos... Ao aplicar a escala percebi que os indivíduos entre 30 e 40 anos são mais estressados que os mais velhos. Será a cobrança de estudar, trabalhar, casar, estar bem fisicamente e psicologicamente???

Filosoficamente deixo a pergunta... com respostas neurofisiológicas nos próximos posts...

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Dedo em riste, falando alto, o cardiologista Adib Jatene, "pai" da CPMF e um dos maiores defensores da contribuição, diz a Paulo Skaf, presidente da Fiesp e que defende o fim do imposto: "No dia em que a riqueza e a herança forem taxadas, nós concordamos com o fim da CPMF. Enquanto vocês não toparem, não concordamos. Os ricos não pagam imposto e por isso o Brasil é tão desigual. Têm que pagar! Os ricos têm que pagar para distribuir renda".


                             Adib Jatene (Foto: Arquivo do Painel do Paim)


Clique no seguinte LINK para ler a matéria: 

http://blogentrelinhas.blogspot.com/2007/11/obrigado-doutor.html#links

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Giroto, ex-secretário de Obras, tem campanha bancada por empreiteiros e dinheiro de André

deputado federal eleito (esquerda na foto) disse ter gastado R$ 3 milhões na campanha eleitoral, sendo que R$ 1,6 milhão saiu do bolso de 11 empreiteiros e, segundo ele, R$ 1 milhão da conta bancária de Puccinelli



Celso Bejarano

O deputado federal eleito Edson Giroto, do PR, declarou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que sua campanha eleitoral consumiu R$ 3.029.400,00, R$ 1.637.000,00 dos quais saíram dos bolsos de empreiteiros que tocam obras aqui em Mato Grosso do Sul.
Antes de estrear na política como o deputado federal mais bem votado nessa eleição, com 147 mil votos, Giroto ocupava a secretaria estadual de Obras.
O eleito contou também com uma generosa quantia doada pelo governador eleito André Puccinelli, do PMDB, que injetou R$ 1.034.150,00, dinheiro emitido em cheques, na campanha de Giroto, segundo dados disponibilizados na internet desde a tarde desta terça-feira pelo TSE.
Do bolso de Girotto, saíram apenas R$ 6 mil, segundo sua prestação de contas entregues ontem ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral).
De acordo com a prestação de contas de Giroto, ele recebeu doações dessas empresas:
1 – Cbemi Construtora Brasileira e Mineradora Ltda (R$ 300 mil);
2 – Consegv Planejamento e Obras Ltda (R$ 163 mil);
3 – Conspar Engenharia Ltda (R$ 25 mil);
4 – Construtora Alvorada Ltda (R$ 120 mil);
5 – Construtora Brasil Central Ltda (R$ 100 mil);
6 – Engepar Engenharia e Participações Ltda (R$ 50 mil);
7 – Equipe Engenharia Ltda (R$ 200 mil);
8 – Geoserv Serviços de Geotecnia e Construtora Ltda (R$ 400 mil)
9 – Proteco Construções Ltda (R$ 50 mil)
10 – Serveng Civilsan S.A. Empresas Associadas de Engenharia (R$ 100 mi) e
11 – Sipav Serviço e Recuperação, Pavimentação Ltda (R$ 30 mil)